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Mostrando postagens de Dezembro, 2010
eu aprendo a afinar o silêncio dentro de mim
espero que chegue sem bater à porta, me surpreenda sem flores nas mãos, presenteie sem cancões, me encante espero sem grandes expectativas, aguardo sentada, deitada, na caminhada um encontro casual quem sabe olho para os lados o olhar atravessa a janela horizonte pôr do sol, chuva, noite ainda espero me distraio, há muita coisa para ser vista vou navegando, me des-embaraçando na rede rede, textos, tecidos a vista cansada, fica entrelaçada me revisito ainda espero sem saber quando, percebo que você chegou pode ficar, aqui, 
comigo mantenha meus dedos vivos, eles querem tocar são ágeis como as mãos do pianista organize minha ideias, com maestria agora que chegou, fique eu fico a sua presença me dá prazer