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percebendo as extensões de mim me pergunto: para onde seguir viagens longas sem rumo certo me dão medo em meio a escuridão quase sucumbo há dor, muita dor pensamentos que fazem forma criam vida dentro de mim fantasmas criados, inventados revisitados morro observo o caminho que meu espírito faz onde há sombra, há luz canto as palavras tropeçam na minha boca meu dentes, esbarram  o que fiz com a minha identidade? sigo na viagem respiro mais fundo vou mais profundo profundezas minhas onde acabo? não sei... o que decodifico? o fim é preciso ter firmeza no viver sou forte? fraquezas... são muitas as que moram dentro de mim diante da minha derrota observo os erros foram muitas as tentativas de acerto por certo... recebo a mudança sou convidada a mover-me sair do lugar comum morro, mais uma vez há muito a ser escrito correspondo meus pensamentos os mais íntimos desejos de movimento movimentos... são os ventos que nascem de dentro dentro - entro nas entranhas estranha ja não me reco...

balanço

é assim é o fim de uma parte da jornada eu nova, diante da velha me despeço peço pela ordem uma nova ordem não me sou mais no que fui antes sem amargor sem amar-dor desarmo observo relevo repenso despedaçamentos são os pedaços de pensamentos que jorram pulsam do amor e saem a procura do aprendizado matéria corpo vivo corpo vivo, logo existo disciplina mente que mente inquieta silencio e gotejo há muito que me curo incurável...porém transformável! a cada ação-forma transitos entre a luz e sombra que sou partes de mim morrem revisitos os milênios vividos eu jovem sigo numa estrada de pedras luz pontes coloridas sete flechas sete setas brilhantes me guia numa nova ordem o que aprendo divido segredo guardo canto os encantos aos que querem ouvir canto palavras aqui escritas para além de mim poetizadas a tela pintada traduz o coração a rosa trago escondida no nome junto à minha árvore da vida florescendo e aprendendo errando, buscando os acertos sendo cobrada respiro a cabeça pesa o c...
rio mar lago gota derramo... doo ramos somares de mim verdades mentira aprendizados sem fim fins de mim começo meios inteiritudes muito além do que estou sou... som silêncio iniciações virações vir-ver-novas-ações anseios balanceios balaio de sentimentos querências... as ciências do querer ser tudo manifestações mãos que fazem festa canto pro divino saboreando areando ventando gotejando flores sementes da busca e achações do meu ser

tocador

querer o que quero? o que quer? não saber tipo de querer longe por perto me abraça descruzados os braços toca não quer queremos não nos sabemos confuso inibidos busca-me procuro te curo-me in-seguros confiar... nos caminhos dedos que se cruzam e nos levam pele, cor, tom calor tempo-espaço diminuem a distância a fronteira de vento  beijo escondido sorriso risos com graça  não saber sem graça confuso medroso semeio confiança tateio o caminho sendo levada a tocar te

t-e

penso no quanto eu quero... no que quero se quero se...te espero busco um novo tempo novo ordem ordenando-me encontrar en-contar os dias, as horas e ausência de pressa efeito saudade de ver de te...

dom, palavra, poesia

Imagem
As palaras aqui escritas se apresentam Transitam Querer entendê-las enquanto são lidas Apenas nos revela a fragilidade da razão Ler é como respirar Entender é como esperar A poeira assentada, a história contada O movimento no estado extático O silêncio… Possibilitam que a viagem  se apresente paisagens claras, cores e harmonia ritmo e poesia a ambiguidade de ser o que não é a morte como passagem a porta que se abre e nos leva para onde? os cantos, limpos…sendo limpos num presente a esfera tempo-espaço rompe com as fronteiras nos-me abrem em espasmos de espaços no presente: o sentimento que se faz se antecede, eu pré-sinto a existência: ciência da essência pre-sen-ti-fico fico na ciência de saber da cocriação coexistência: consciência com-ciência: de “saber junto” saber junto a quem? Saber a quem? A mim, nas minhas muitas partes No outro que tambem sou Sou Unidade indivisível da criação divina As pal...

aqui

aqui, frente à tela dedilho quarto crescente de mim imagino... a agenda apertada, o corre diário a vida maratona tempo tempo tempo tempo preciso fazer um acordo contigo comigo... saudade coração apertado crio respiros suspiro te imagino me distraío a mente cria os atalhos quase me perco abro e reabro portais neles: cores, luz e sombra a chave que me acompanha ouço os cantos e sou guiada sigo, sendo encantada a-guardando o momento de re-ver descobrir os segredos do silêncio e com ele me presentear